Category Archives: blog

    • Em 2014, respeito com a coisa pública

       

       

      Que, em 2014, sejamos mais éticos com a coisa pública. O dinheiro público, o espaço

      público, a representação do interesse público. Ao contrário dos que acham que a coisa

      pública é terra de ninguém, público é sinônimo de coletivo, de propriedade de todos.

      TODOS. Dinheiro de todos, espaço de todos, interesse de todos. Que tenhamos decência e

      sensatez com a coisa de todos. É o que desejo para todos no ano que começa. Decência e

      sensatez.

      Por viniciusdonola
      January 2, 2014 às 8:28 am
    • “Encarcerados” – Melhores Momentos e Cenas Inéditas

       

       

       

       

      No link abaixo, você vai ver uma compilação da série “Encarcerados”, exibida no Jornal da Record, entre os dias 11 e 16 de novembro.

       

       

       

      Durante duas semanas, tivemos acesso irrestrito ao maior complexo penitenciário do Brasil. Conhecemos pelo menos quinze das vinte e seis unidades penais, agrupadas num terreno gigante, na zona oeste do Rio.

       

       

       

      A reportagem postada foi, exibida no Domingo Espetacular, traz novas entrevistas e cenas inéditas gravadas dentro de Bangu.

       

       

       

      Que incrível experiência de vida…

       

       

       

      Assista e comente!

       

       

       

       

      Por viniciusdonola
      November 25, 2013 às 6:02 am
    • “Encarcerados”: uma equipe nada convencional

       

       

       

       

      O sucesso de uma série de reportagens especiais depende, essencialmente, do arroz com feijão que a mesma oferece, e por arroz com feijão, leia-se aqui “conteúdo”. Por mais bem apresentado que esteja o prato, sem arroz, feijão e mistura bem temperados, não se sacia a fome de um telespectador de segunda a sexta.

       

       

       

      Na série “Encarcerados”, tínhamos um conteúdo primoroso. Após longa negociação com a administração penitenciária do Rio, nossos produtores obtiveram acesso irrestrito ao maior complexo penal do Brasil: Bangu.

       

       

       

      Durante duas semanas, gravamos no interior de pelo menos doze unidades penais – entre elas, a menor e mais temida: Bangu 1, hoje transformada em penitenciária do castigo.

       

       

       

      A partir de então, desenhou-se um plano de divulgação nada comum, que passava, inicialmente, por uma ação via redes sociais. A estratégia foi elaborada por diferentes departamentos da emissora, partindo do Jornalismo, passando pelo Comercial, Comunicação, Jurídico, e chegando aos grandes parceiros do R7, o portal da Record.

       

       

       

      Na quinta-feira, 7 – quatro dias antes do início da exibição da série, postamos nas contas do Facebook da Record e do R7 a foto abaixo:

       

       

       

       

      Mug shot 1

       

       

      Repórter da Record na prisão

       

       

       

      Em apenas 12 horas depois da postagem, obtivemos o seguinte retorno:

       

       

      Facebook da Record

      – 2.046 curtidas

      – 784 compartilhamentos

      – 1.292 comentários

       

       

      Facebook do R7

      – 2.335 curtidas

      – 207 compartilhamentos

      – 880 comentários

       

       

       

      No fim do dia, postamos nas mesmas contas do Facebook a foto abaixo, revelando se tratar de uma ação coordenada de divulgação:

       

       

       

       

      Mug Shot 2

       

       

       

      No R7, além do link da reportagem do dia, subimos conteúdo exclusivo, como longas entrevistas sem cortes e sequências de imagens brutas não utilizadas no VT editado.

       

       

       

      Estes são os números contabilizados na tarde de domingo, dois dias após o término da exibição de “Encarcerados”:

       

       

       

      Visualizações das cinco reportagens somadas:

      44.208

       

      Visualizações das chamadas do repórter exclusivas para o R7

      12.714

       

      Visualizações do conteúdo exclusivo para o R7

      9.556

       

       

       

      “Encarcerados” mostra que os meio convencionais de produção e disseminação de conteúdo pedem novas estratégias, e que o chamado “cross media” – a conversão de diferentes plataformas – é uma onda contra a qual não se nada. Surfa-se!

       

       

       

      Mais uma vez, uma série se constrói em equipe. Neste caso, uma equipe nada convencional.

       

       

       

       

       

       

       

       

      Por viniciusdonola
      November 17, 2013 às 4:53 pm
    • Me pegaram de surpresa!

       

       

       

       

      Fui convidado para participar do Programa da Tarde, apresentado pelo velho amigo Brito Júnior, Ana Hickmann e Ticiane Pinheiro. Disseram-me, mui malandramente, que iriam exibir algumas das minhas reportagens, sobre as quais iríamos conversar no estúdio.

       

       

       

      De fato, as matérias foram exibidas, e achei o maior barato. Gostei mesmo de falar dos bastidores das gravações e de detalhes curiosos não levados ao ar. Eu só não contava com o que iria acontecer no fim do programa…

       

       

       

      CLIQUE AQUI E ASSISTE AO VÍDEO

       

       

       

      Confesso, saí do estúdio sem chão…

       

      Por viniciusdonola
      April 14, 2013 às 2:31 pm
    • A minha, a sua grana, virou farelo no Bumba

       

       

       

      Acabo de assistir às imagens da demolição de prédios construídos para abrigar ex-moradores do Morro do Bumba, em Niterói.

       

       

      Bumba

       

       

      Estive lá há três anos, quando 50 pessoas morreram durante um deslizamento de terra. Terra e lixo. O Bumba era um antigo lixão.

       

       

      morro-do-bumba-niteroi

       

       

      Os prédios destinados às famílias sobreviventes estavam rachados, à beira da queda. Vexatório. Inaceitável. Vejam abaixo:

       

       

      Predio2-Niteroi_FabioMottaAE_p

       

      (foto: Dag Vulpi)

       

       

      Convido meus amigos e colegas a pensar:

       

       

      – Quem projetou a obra?
      – Quem fez a sondagem do terreno?
      – Quem assina o cálculo estrutural?
      – Quem executou o projeto?
      – Quanto foi pago e quem recebeu pelos serviços?

       

       

      Aqueles blocos de concreto que viraram farelo foram comprados com o meu, com o seu dinheiro.

       

       

      Nosso país carece de nomes. Dos nomes dos bons e dos maus brasileiros.

       

       

      10098416

       

       

      (demais fotos: Folha Online)

       

       

      Por viniciusdonola
      March 23, 2013 às 6:49 pm
    • A caminho de casa

       

       

       

      Os carregadores de celular se multiplicaram por conta própria. Fones de ouvidos também. Fios e cabos emaranhados formam um novelo de nós.

       

       

      Dos armários, saem as botas e os casados de neve. Talvez, eu não os vista no Brasil.

       

       

      Dois anos juntando coisas e lembranças na América…

       

       

      Nesse tempo, vi, da janela da sala, crescerem as novas torres do World Trade Center. Cobri a morte do homem o que as derrubou.

       

       

      Conheci Nova York e outros vinte estados americanos. Para a Califórnia, fui nove vezes. De lá, trouxe boas matérias e grandes amigos.

       

       

      Fiz ainda reportagens nas Bahamas, Canadá, México, e, enfim, um ciclo se fechou nas Olimpíadas, em Londres, como inicialmente previsto.

       

       

      Dentro de alguma das caixas que agora me cercam, guardo a experiência de anos profundamente intensos. Ela será útil nos desafios que agora virão.

       

       

      Saio de Gotham, que – estou certo – não sairá de dentro de mim.

       

       

      Portas em automático. Próxima parada, o Brasil da Copa e de 2016.

       

       

      Por viniciusdonola
      August 27, 2012 às 12:27 pm
    • A tocha olímpica chega a Londres

       

       

       

      Todo mundo a postos para o grande momento do dia 20 de julho. A tocha olímpica chega a Londres às 8:12 da noite. 8:12, conforme dito no release.

       

       

       

       

       

       

      A tocha virou lamparina, que foi devidamente guardada no sofre real. Mais precisamente, no interior da London Tower, construída em 1078. Parte da imprensa não pôde entrar. Parte pôde, e – Thanks, God! – nós tivemos acesso à cerimônia no interior do castelo.

       

       

       

      Voltamos a tempo de botar a reportagem no ar, pois o fuso colabora com os telejornais da noite. Estamos quatro horas à frente do horário de Brasília.

       

       

       

      No verão semi-frio da capital inglesa, o céu azul anda dando o ar da graça.

       

       

       

       

       

       

      Por viniciusdonola
      July 21, 2012 às 3:13 pm
    • Ideia não é projeto (que o diga Cabul)

       

       

       

       

      No começo, era apenas um ponto de luz na escuridão, como um vaga-lume piscando na mata. E seu nome se chamava “Ideia”.

       

      Eu conheci “Ideia” alguns meses atrás, numa cafeteria em Wall Street, enquanto ela pulava dentro do cérebro de um amigo. Francesco já havia passado algumas noites em claro sonhando com “Ideia”. Fui apresentado a ela e a vi crescer, fase a fase.

       

       

       

       

      O tempo se passou e “Ideia” se transformou numa “Projeto”, muito mais desenvolvido do que aquela que conheci na cafeteria de Wall Street. “Ideia” deixou de ser uma célula-tronco embrionária. Assim como os seres humanos, ela nasceu e cresceu rápido – mais rapidamente do que muitos chegaram a acreditar.

       

      Francesco Rulli, fundador da plataforma de vídeo Film Annex, com sede em Nova York, e Roya Mahboob, presidente da Citadel Software Company, são parceiros no desenvolvimento do “Projeto”. Eles vêm trabalhando juntos para salvar o sistema educacional afegão, focados, sobretudo, nas grandes cidades, como Cabul. “Projeto” nasceu para ser revolucionário.

       

       

       

       

      A Film Annex patrocina a instituição local, que constrói salas equipadas com computadores e acesso à internet para alunos do Ensino Médio. Francesco e Roya acreditam que a informação possa ser a arma mais poderosa contra eventuais insurgentes.

       

      Depois de alguns poucos meses daquele memorável café, eis que assisto a um vídeo tocante. A primeira escola está pronta!

       

      Assista ao vídeo.

       

       

       

       

      As imagens do vídeo acima devem ser usadas num documentário, que Francesco Rulli pretende filmar e para o qual me convidou.  A produção será bancada pela Film Annex com o apoio da OTAN.  E isso não é apenas uma ideia.

       

      Você, então, deve estar se perguntando: qual é a diferença entre “Ideia” e “Projeto”?

       

      Francesco e Roya são mais do que idealizadores. Eles são essencialmente realizadores, e realizadores não só planejam, como também concretizam o planejado.  Um grupo é muito diferente do outro.

       

      (English version below)

       

      Por viniciusdonola
      May 1, 2012 às 7:37 pm
    • Building schools in Afghanistan (First of a series)

       

       

       

      In the very beginning, it was just a spot light in darkness, like a blinking firefly in a bush. Her name was “Idea”.

       

      I met “Idea” some months ago, in a Wall Street cafeteria, jumping inside a friend’s brain, Francesco, who had spent a couple of nights dreaming about “Idea”. He introduced me to her, and I’ve been seeing her growth, step by step.

       

       

       

       

      Time went by and “Idea” has become a “Project”, much more developed than the one I’ve met in WS. “Idea” is not a embrionary stem cell anymore. Like human beings, she born and raised very fast – faster than some could imagine before.

       

      Francesco Rulli, Film Annex’s founder and president, and Roya Mahboob, Citadel Software Company CEO, are partners in “Project” development. They’ve been working for helping the educational system in Afghanistan, focused on major cities, like Kabul. “Project” was born to be revolutionary.

       

       

       

       

      Film Annex supports the local partner, which has been building computer rooms facilities with internet access for High School students. Francesco and Roya believe that information could be the most powerful gun against insurgents.

       

      Few months later the remarkable coffee, I watched a touching video (link below).

       

      First school is ready!

       

      Click here to watch the video.

       

       

       

       

      These footage may be used for a documentary that Rulli and I intend to shoot, sponsored by Film Annex and suported by NATO TV. That’s not only an idea.

       

      Thus, you may ask: – What’s the difference between “Idea” had “Project”?

       

      Francesco and Roya are much more than thinkers. They are doers. And doers creat not only ideas, but also projects. One is really different from the other.

       

       

      Por viniciusdonola
      às 7:06 pm
    • Eu nunca vi Primavera assim…

       

       

      O inverno se recolheu mais cedo e, como tal, a Primavera é prematura e atipicamente quente em Nova York.

       

       

      Não percorri mais do que três quarteirões para gravar as imagens que verão abaixo.

       

       

      A nova estação desabrochou em cada galho dessa cidade.

       

       

      Eu não me lembro de ter visto nada parecido.

       

       

       

       

      Por viniciusdonola
      March 23, 2012 às 12:10 pm
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