• O dia em que choramos com Renée

     

    Há dois anos, três meses e três dias, Renée foi vítima de um ataque brutal e gratuito, no Rio de Janeiro. Um morador de rua, supostamente sob o efeito de crack, agrediu a missionária americana com um pedaço de madeira. Renée foi atingida na cabeça e caiu inconsciente na ciclovia, na praia da Barra da Tijuca.

     

     

    Eis o prognóstico à época:

    – 70% de risco de morte
    – 87% de risco de ficar com sequelas graves

     

     

    Philip, o marido de Renée, documentou em vídeo tudo o que ocorreu dali em diante. Movido por uma fé incomum, ele acreditava na recuperação total da mulher. Repito: total.

     

    O diário de Philip é um relato comovente, que começa na UTI, onde Renée se recuperava da primeira cirurgia. Para aliviar a pressão intracraniana, dois jovens cirurgiões retiraram parte do crânio – a caixa óssea que protege o cérebro – e a enviaram para uma “geladeira”, num instituto especializado em politraumas.

     

     

    No vigésimo sexto dia de internação, Renée, enfim, voltou para casa. Abriu-se ali um novo capítulo nessa história.

     

     

    – Eu tava orando e eu falei: “Quero ser normal, por favor, Senhor, por favor, eu quero voltar normal. Eu quero lavar louça de novo”, ela lembra. – Nenhuma mulher ia orar por isso…”

     

     

    Conhecer os Murdoch foi uma honra para todos da equipe. Choramos de rir. E não só de rir.

     

     

    Não é à toa que Renée tem o nome que tem…
    Renée: em francês, feminino de René. Renascida. Nascida de novo.

     

     

     

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    Por viniciusdonola
    January 29, 2015 às 9:08 am
  • Os medos e a leviandade

     

     

     

     

    Dos medos que tenho na vida, um, inequivocamente, levarei para o túmulo. Acho, na verdade, que não quero e não devo perdê-lo. É o medo de ser leviano.

     

    Procuro me ater aos prós e contras das história que cubro, sem desatar o nó da dúvida – ainda que, mui internamente, eu tenho lá minhas próprias convicções dos fatos que vejo e analiso.

     

    A história abaixo me intriga há cerca de 3 anos, desde o dia em que, na Grande Nova York, fui cobrir o suposto suicídio de uma jovem brasileira. Ela trabalhava como babá e havia acabado de concretizar um sonho: entrar para a faculdade na América.

     

     

     

    Jhéssica

     

     

     

    Que Deus me mantenha medroso, zeloso ou qualquer adjetivo que o valha, quando me deparar com a dúvida, e quando a dúvida botar em cheque a conduta moral de um outro alguém.

     

     

    Clique no link abaixo:

     

     

    http://noticias.r7.com/domingo-espetacular/videos/exclusivo-familia-tenta-provar-que-brasileira-morta-nos-eua-nao-cometeu-suicidio-26012015

     

     

    Por viniciusdonola
    January 27, 2015 às 8:48 am

 

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