• Os bastidores da “caçada” ao lobo-guará

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    Eis nosso ponto de partida: São Roque de Minas, no pé da Serra da Canastra, em Minas.

     

     

     

    São Roque é a típica “pequena e pacata cidade do interior”.

     

     

     

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    Ao redor da cidade, a beleza natural é estonteante. As plantas e a disposição das mesmas pelo campo lembram um jardim meticulosamente planejado.

     

     

     

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    Nossos três primeiros dias na Serra foram frustrantes. Sacolejando pelas estradas de terra, checávamos as armadilhas montadas por Rogério e Jean, dois biólogos abnegados pela causa nobre. Nada de lobo. Nem de loba.

     

     

     

    No quarto dia, enfim, a surpresa: dois lobos caíram na armadilha. Na verdade, um casal de meia-idade.

     

     

     

    O macho já havia sido capturado antes e carregava um colar com transmissor. Ele “atendia” pelo nome de Miro.

     

     

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    A linda menina que aparece na imagem acima é Luna, filha de Rogério. Ela e Henry, filho de Jean, assistiram à captura pela primeira vez. Excusa dizer que ficaram fascinados pelo bicho.

     

     

    Abaixo, a parceira do Miro, que, até então, era uma ilustre desconhecida da Ciência. Foi, evidentemente, batizada de Luna.

     

     

     

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    Daqui a pouco, no Jornal da Record, a aventura para salvar o lobo brasileiro.

     

     

    Por viniciusdonola
    April 3, 2013 às 7:00 pm
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