• “Encarcerados”: uma equipe nada convencional

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    O sucesso de uma série de reportagens especiais depende, essencialmente, do arroz com feijão que a mesma oferece, e por arroz com feijão, leia-se aqui “conteúdo”. Por mais bem apresentado que esteja o prato, sem arroz, feijão e mistura bem temperados, não se sacia a fome de um telespectador de segunda a sexta.

     

     

     

    Na série “Encarcerados”, tínhamos um conteúdo primoroso. Após longa negociação com a administração penitenciária do Rio, nossos produtores obtiveram acesso irrestrito ao maior complexo penal do Brasil: Bangu.

     

     

     

    Durante duas semanas, gravamos no interior de pelo menos doze unidades penais – entre elas, a menor e mais temida: Bangu 1, hoje transformada em penitenciária do castigo.

     

     

     

    A partir de então, desenhou-se um plano de divulgação nada comum, que passava, inicialmente, por uma ação via redes sociais. A estratégia foi elaborada por diferentes departamentos da emissora, partindo do Jornalismo, passando pelo Comercial, Comunicação, Jurídico, e chegando aos grandes parceiros do R7, o portal da Record.

     

     

     

    Na quinta-feira, 7 – quatro dias antes do início da exibição da série, postamos nas contas do Facebook da Record e do R7 a foto abaixo:

     

     

     

     

    Mug shot 1

     

     

    Repórter da Record na prisão

     

     

     

    Em apenas 12 horas depois da postagem, obtivemos o seguinte retorno:

     

     

    Facebook da Record

    – 2.046 curtidas

    – 784 compartilhamentos

    – 1.292 comentários

     

     

    Facebook do R7

    – 2.335 curtidas

    – 207 compartilhamentos

    – 880 comentários

     

     

     

    No fim do dia, postamos nas mesmas contas do Facebook a foto abaixo, revelando se tratar de uma ação coordenada de divulgação:

     

     

     

     

    Mug Shot 2

     

     

     

    No R7, além do link da reportagem do dia, subimos conteúdo exclusivo, como longas entrevistas sem cortes e sequências de imagens brutas não utilizadas no VT editado.

     

     

     

    Estes são os números contabilizados na tarde de domingo, dois dias após o término da exibição de “Encarcerados”:

     

     

     

    Visualizações das cinco reportagens somadas:

    44.208

     

    Visualizações das chamadas do repórter exclusivas para o R7

    12.714

     

    Visualizações do conteúdo exclusivo para o R7

    9.556

     

     

     

    “Encarcerados” mostra que os meio convencionais de produção e disseminação de conteúdo pedem novas estratégias, e que o chamado “cross media” – a conversão de diferentes plataformas – é uma onda contra a qual não se nada. Surfa-se!

     

     

     

    Mais uma vez, uma série se constrói em equipe. Neste caso, uma equipe nada convencional.

     

     

     

     

     

     

     

     

    Por viniciusdonola
    November 17, 2013 às 4:53 pm
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